Ampicilina Sódica
⚠️ Aviso Importante
NÃO SE AUTOMEDIQUE. Este medicamento deve ser usado somente sob prescrição médica. Siga rigorosamente as orientações do seu médico e leia a bula completa antes de usar.
Ampicilina Sódica
Princípio Ativo: AMPICILINA SÓDICA
Classe Terapêutica: PENICILINA DE AMPLO ESPECTRO
Laboratório: LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO S/A
1. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Nome Genérico
Ampicilina Sódica
Princípio ativo: AMPICILINA SÓDICA.
Classe terapêutica: Penicilina de amplo espectro, antibacteriano beta-lactâmico.
Nomes Comerciais
Produto genérico comercializado sob o nome Ampicilina Sódica por diversos laboratórios. No Bulário MediLife relacionamos a apresentação do fabricante abaixo.
Laboratório: LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO S/A.
Categoria: Genérico.
Apresentações
- Pó liofilizado para suspensão injetável (ampolas) — Ampicilina Sódica 250 mg/ampola.
- Pó liofilizado para suspensão injetável (ampolas) — Ampicilina Sódica 500 mg/ampola.
- Pó liofilizado para suspensão injetável (frasco) — Ampicilina Sódica 1 g/frasco.
Via de Administração
Via parenteral: intramuscular (IM) ou intravenosa (IV) após reconstituição conforme instruções do fabricante.
Ampicilina Sódica destina-se à administração injetável; formulações orais (comprimidos ou cápsulas) existem sob outras designações do princípio ativo, mas esta bula refere-se à forma sódica injetável.
Para orientação de administração, diluentes e compatibilidades, consulte a bula do fabricante e as normas de preparo hospitalar.
2. COMPOSIÇÃO
Princípio Ativo
AMPICILINA SÓDICA é o sal sódico da ampicilina, um antibiótico beta-lactâmico da família das penicilinas com amplo espectro de ação contra bactérias Gram-positivas e algumas Gram-negativas.
A ampicilina atua inibindo a síntese da parede celular bacteriana por ligação às proteínas ligantes da penicilina (PBPs), levando à lise e morte celular bacteriana.
Concentração do princípio ativo por apresentação deve ser conferida na embalagem; consulte a bula do fabricante para composição completa e quantidades.
Excipientes
Os excipientes podem variar conforme a apresentação e o fabricante; em formulações injetáveis frequentemente incluem estabilizantes e veículos liofilizantes apropriados para reconstituição.
Alguns excipientes podem conter traços de látex, borracha ou outros componentes do acondicionamento; pacientes com hipersensibilidade a excipientes devem consultar a bula do fabricante.
Para lista completa de excipientes e informações sobre substâncias potencialmente alergênicas, consulte a bula do fabricante ou o serviço de informação ao paciente do laboratório.
3. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Ampicilina Sódica é indicada para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à ampicilina. Indicações comuns incluem infecções do trato respiratório (p.ex. otite média, sinusite, bronquite quando causadas por bactérias suscetíveis), infecções do trato urinário, infecções do trato gastrointestinal e sepse por organismos sensíveis.
Também é utilizada em infecções intra-abdominais, meningite bacteriana por germes sensíveis (conforme regime e associação apropriada), infecções de pele e tecidos moles e profilaxia cirúrgica em procedimentos selecionados quando indicado pelo protocolo institucional.
A escolha da ampicilina deve basear-se em critérios clínicos, cultura e antibiograma sempre que possível. Para doses específicas por indicação clínica (ex.: meningite, endocardite, infecções graves) e regimes de associação com outros antibióticos, consulte a bula do fabricante e protocolos locais de tratamento.
4. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Ampicilina é um antibiótico bactericida do grupo das penicilinas que inibe a síntese da parede celular bacteriana. Ela se liga às proteínas ligantes da penicilina (PBPs) presentes na membrana celular bacteriana, bloqueando as etapas finais da síntese do peptidoglicano, o que leva à perda da integridade da parede e lise celular.
Amplia o espectro tradicional das penicilinas contra certas bactérias Gram-negativas devido à sua capacidade de atravessar a membrana externa por porinas. No entanto, é suscetível à inativação por beta-lactamases produzidas por muitas bactérias; nesses casos, pode ser necessário associar inibidores de beta-lactamase ou escolher outro antibiótico.
Início de Ação: O efeito bactericida inicia-se logo após atingir concentrações séricas acima da CMI (concentração inibitória mínima) do microrganismo. Para infecções sistêmicas por via IV observa-se início clínico de resposta geralmente em 24–72 horas, dependendo da gravidade da infecção.
Duração: A duração da ação clínica depende da meia-vida plasmática, distribuição tecidual e regime posológico; a meia-vida em adultos com função renal normal é em torno de 1–2 horas, exigindo administrações repetidas ao dia. Regimes completos de tratamento variam conforme a indicação; consulte a bula do fabricante para recomendações específicas.
5. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Ampicilina é contraindicada em pacientes com hipersensibilidade conhecida à ampicilina, a outras penicilinas ou a qualquer componente da formulação. Reações alérgicas graves, incluindo choque anafilático, podem ocorrer e contraindicam reexposição.
Pacientes que apresentaram reação de hipersensibilidade grave a cefalosporinas ou outros antibióticos beta-lactâmicos devem ser avaliados com cautela; em caso de suspeita de sensibilidade cruzada, não administrar sem avaliação especializada.
Não usar em infecções virais auto-limitadas (como gripe e resfriado comum) sem indicação de infecção bacteriana. Para outras contraindicações específicas por apresentação ou excipientes, consulte a bula do fabricante.
6. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
Gestantes
Ampicilina atravessa a barreira placentária. Estudos e revisões clínicas não mostraram teratogenicidade clara associada ao uso de penicilinas, e a ampicilina é geralmente considerada compatível com a gravidez quando usada conforme indicação médica.
Deve-se usar somente se o benefício esperado à mãe justificar o risco potencial ao feto. Avaliação individualizada e monitorização por profissional de saúde são recomendadas durante a gravidez.
Para dados adicionais sobre segurança em diferentes trimestres e orientação detalhada, consulte a bula do fabricante e as recomendações obstétricas locais.
Idosos
Em pacientes idosos, especialmente com redução da função renal, a depuração de ampicilina pode estar diminuída, exigindo ajuste de dose e monitorização da função renal e sinais de toxicidade.
Risco aumentado de superinfecções por microrganismos não sensíveis, incluindo farelo de Candida ou Clostridioides difficile; observar sinais de diarreia persistente ou febre.
Avaliar medicamentos concomitantes e comorbidades (p.ex. insuficiência cardíaca, hepática ou renal) que possam exigir ajuste posológico ou maior vigilância clínica.
Crianças
Ampicilina é indicada em pediatria quando apropriado e com dosagem ajustada ao peso. A segurança e eficácia variam conforme faixa etária; doses neonatais requerem ajuste adicional conforme a maturação renal.
Em crianças, observam-se frequentemente reações cutâneas associadas a mononucleose infecciosa; por isso, em casos de suspeita de mononucleose, evitar ampicilina quando possível.
Para esquemas posológicos pediátricos por patologia e faixa etária, consulte a bula do fabricante ou protocolos pediátricos locais.
Motoristas
Ampicilina não costuma causar comprometimento da capacidade de conduzir veículos ou operar máquinas. Entretanto, podem ocorrer efeitos adversos como tontura, vertigem ou reações neurológicas raras que afetem a atenção e reflexos.
Se sentir tontura, sonolência ou qualquer alteração neurológica após a administração, não conduzir ou realizar atividades que exijam atenção até que os sintomas cessem.
Consulte um profissional de saúde em caso de reações inesperadas que possam comprometer a segurança ao dirigir.
7. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Interações com Medicamentos
Probenecida pode reduzir a excreção renal de ampicilina e aumentar suas concentrações plasmáticas; a associação pode prolongar níveis terapêuticos. Em alguns casos isso pode ser aproveitado terapeuticamente, mas requer ajuste e monitorização.
Aminoglicosídeos (p.ex. gentamicina) podem apresentar efeito sinérgico contra certos microrganismos quando administrados separadamente; entretanto, incompatibilidades físicas ocorrem na mesma solução e devem ser evitadas. Ajuste de esquema e monitorização são necessários.
Anticoagulantes orais (p.ex. varfarina) podem ter efeito potencializado pela alteração da flora intestinal e pela interação farmacodinâmica; monitorizar INR e ajustar dose de anticoagulante se necessário. Metotrexato e outros medicamentos Eliminados por via renal podem ter depuração afetada; consulte a bula do fabricante e monitore níveis quando indicado.
Interações com Alimentos
A absorção oral da ampicilina pode ser reduzida quando administrada com alimentos; por isso, a formulação oral (quando usada) é geralmente recomendada em jejum ou pelo menos 1 hora antes ou 2 horas após refeição para otimizar biodisponibilidade.
Para a forma injetável, alimentos não afetam a absorção, mas o estado clínico do paciente e a nutrição podem interferir na resposta ao tratamento.
Alimentos que alterem o trânsito intestinal ou a microbiota podem modular os efeitos colaterais gastrointestinais; em caso de diarreia grave, avaliar impacto dietético e procurar orientação médica.
Interação com Álcool
Não há evidência de reação tipo dissulfiram associada especificamente à ampicilina. No entanto, o consumo de álcool pode intensificar efeitos adversos como tontura e mal-estar e prejudicar a recuperação de infecções.
Recomenda-se evitar o consumo excessivo de álcool durante o tratamento com antibióticos para reduzir o risco de desidratação e interações clínico-funcionais.
Para orientações sobre interações específicas com bebidas alcoólicas e condições clínicas concomitantes, consulte a bula do fabricante e implique sempre o profissional de saúde responsável.
8. ARMAZENAMENTO
Armazenar o produto na embalagem original, protegido da luz e umidade, em temperatura ambiente conforme informação do rótulo (normalmente até 25°C). Não congelar. Para informações exatas de temperatura e prazo de validade, consulte a embalagem e a bula do fabricante.
Após reconstituição do pó liofilizado para injetáveis, a estabilidade depende do diluente usado; a solução reconstituída pode exigir uso imediato ou refrigeração por período limitado (consulte a bula do fabricante para tempo e condições precisas de armazenamento da solução reconstituída).
Manter fora do alcance de crianças e descartar sob orientação local produtos vencidos ou não utilizados. Para descarte de materiais perfurocortantes e soluções não utilizadas, siga as normas de biossegurança e descarte hospitalar vigentes.
9. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Adultos
Dose usual intravenosa para infecções moderadas a graves: 1–2 g a cada 4–6 horas, dependendo da gravidade da infecção e da sensibilidade do microrganismo. A dose total diária pode chegar a 8–12 g em casos selecionados sob supervisão médica.
Para administração intramuscular, doses de 250–500 mg a cada 4–6 horas têm sido utilizadas em infecções menos graves; no entanto, a via IM pode causar dor no local e não é recomendada para todos os pacientes. Para escolha da via, consulte a bula do fabricante e protocolos institucionais.
Para infecções específicas (ex.: meningite, endocardite, profilaxia cirúrgica), regimes e doses diferenciadas são necessários; consulte a bula do fabricante e orientação especializada para posologia adequada à doença tratada.
Crianças
Em pediatria, a posologia deve ser calculada por peso corporal. Regimes frequentemente utilizados: 50–200 mg/kg/dia divididos em doses a cada 6–8 horas, dependendo da idade, peso e severidade da infecção. Neonatos requerem ajustes adicionais de dose e intervalo devido à imaturidade da função renal.
Ampicilina em formulação injetável deve ser administrada com cuidado em crianças, com monitorização de sinais vitais e reações alérgicas. Para o esquema exato por idade, peso e indicação clínica, consulte a bula do fabricante e protocolos pediátricos locais.
Em crianças com infecções severas ou bacteremia, doses mais altas dentro da faixa recomendada podem ser necessárias; ajuste conforme avaliação clínica e resultados microbiológicos.
Idosos
Em pacientes idosos, iniciar com doses similares às de adultos, mas avaliar função renal antes e durante o tratamento. Em presença de insuficiência renal, reduzir a dose ou aumentar o intervalo entre administrações conforme a depuração de creatinina.
Monitorizar sinais de toxicidade, superinfecções e interações medicamentosas. Ajustes posológicos devem ser individualizados com base na função renal, massa corporal e comorbidades.
Para orientações específicas sobre redução de dose em insuficiência renal e regimes alternativos, consulte a bula do fabricante.
10. O QUE FAZER SE ESQUECER DE TOMAR?
Se esquecer uma dose, administre-a assim que se lembrar. No entanto, se estiver próximo do horário da próxima dose, pule a dose esquecida e retome o esquema habitual.
Não tome dose dupla para compensar a dose esquecida, pois isso pode aumentar o risco de efeitos adversos sem benefício clínico adicional.
Em tratamentos prolongados para infecções graves, mantenha contato com o profissional de saúde caso ocorram doses repetidamente esquecidas para reavaliação do esquema terapêutico.
11. EFEITOS ADVERSOS
Muito Comuns (>10%)
Distúrbios gastrointestinais como diarreia são relatados com frequência e, em muitos estudos, ocorrem em proporções elevadas, variando com a população estudada. Náuseas e desconforto abdominal também são frequentes.
Reações no local da injeção (dor e irritação) são comuns em administrações intramusculares, dependendo da técnica e da formulação.
Em crianças pode ocorrer rash cutâneo transitório, especialmente em presença de mononucleose infecciosa; monitore alterações cutâneas durante o tratamento.
Comuns (1-10%)
Náusea e vômito podem ocorrer em 1–10% dos pacientes, especialmente no início do tratamento. Flatulência e alterações do paladar também foram relatadas.
Reações alérgicas cutâneas (exantema morbiliforme) e urticária estão nesta faixa de frequência; em caso de suspeita de alergia, suspenda o medicamento e procure avaliação médica.
Aumento transitório de enzimas hepáticas e eosinofilia podem ocorrer; realizar monitorização conforme critério clínico em tratamentos prolongados.
Incomuns (0.1-1%)
Candidíase oral e vaginal por alteração da flora bacteriana podem ocorrer em proporções menores. Colite pseudomembranosa (associada a Clostridioides difficile) é uma complicação possível; apresenta-se com diarreia intensa e febre e requer avaliação imediata.
Reações hematológicas transitórias, como leucopenia ou neutropenia leves, foram descritas em estudos com baixa frequência; monitorização pode ser indicada em tratamentos longos.
Reações cutâneas mais severas, como eritema multiforme, podem ocorrer raramente nesta faixa; interrompa o tratamento e procure atendimento médico em caso de manifestações cutâneas graves.
Raros (<0.1%)
Anafilaxia e reações de hipersensibilidade sistêmica são raras, mas potencialmente fatais. Sinais incluem edema facial, dificuldade respiratória, hipotensão e choque; tratar imediatamente em ambiente médico.
Distúrbios hematológicos graves, como anemia hemolítica imune, trombocitopenia e aplasia medular são relatados de forma muito rara; investigar e suspender o medicamento se ocorrerem sinais sugestivos.
Síndromes cutâneas graves como síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica são extremamente raras, mas exigem interrupção imediata do fármaco e assistência médica especializada. Para frequências específicas por reação e mais dados, consulte a bula do fabricante.
12. SUPERDOSAGEM
Sintomas de superdosagem incluem náusea, vômito, diarreia, distúrbios eletrolíticos por vômitos/diarreia e, em casos de altas doses ou comprometimento renal, toxicidade neurológica que pode manifestar-se como tremores, inquietação, confusão e convulsões.
O tratamento em caso de superdosagem é principalmente de suporte: interromper a ampicilina, tratar sintomas e manter hidratação e equilíbrio eletrolítico. Em presença de convulsões, usar anticonvulsivantes adequados e monitorar sinais vitais em ambiente hospitalar.
Em pacientes com insuficiência renal grave, a diálise pode acelerar a remoção da ampicilina; considerar hemodiálise em casos selecionados e conforme avaliação médica. Consulte a bula do fabricante para orientações adicionais e centros de toxicologia locais.
13. INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Complete sempre o curso do antibiótico conforme prescrição, mesmo que os sintomas melhorem antes do término, para reduzir o risco de recidiva e de desenvolvimento de resistência bacteriana.
Evite uso desnecessário de antibióticos em infecções virais. Uso inadequado contribui para a seleção de bactérias resistentes e pode reduzir a eficácia futura do tratamento.
Informe ao profissional de saúde sobre alergias, histórico de reações a antibióticos, medicações em uso e condições clínicas pré-existentes (p.ex. doenças renais, hepáticas ou hematológicas) antes de iniciar o tratamento. Para informações complementares específicas de formulação e compatibilidades, consulte a bula do fabricante.
14. DADOS DO FABRICANTE
LABORATÓRIO TEUTO BRASILEIRO S/A — fabricante responsável pela apresentação referida neste bulário. Para informações detalhadas sobre formulação, lote, validade e instruções de preparo, consulte a bula e o rótulo fornecidos pelo fabricante.
Dados de contato e assistência técnica estão disponíveis na embalagem do produto; em caso de dúvidas sobre a preparação, estabilidade ou administração hospitalar, contate o serviço técnico do laboratório ou consulte a bula do fabricante.
Informações sobre farmacovigilância e notificação de eventos adversos devem ser encaminhadas conforme orientação do fabricante e aos sistemas regulatórios nacionais (ANVISA). Consulte a bula do fabricante para procedimentos específicos.
IMPORTANTE: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde. NÃO SE AUTOMEDIQUE.
Fonte: Informações baseadas em bulas aprovadas pela ANVISA.
Última atualização: 15/02/2026
Fonte Oficial
Esta bula foi obtida diretamente da base de dados da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Acessar site oficial da ANVISA
Perguntas Frequentes sobre Ampicilina Sódica
<p>Ampicilina Sódica é um antibiótico da classe das penicilinas usado para tratar infecções bacterianas causadas por microrganismos sensíveis, incluindo infecções respiratórias, urinárias, gastrointestinais e de pele.</p><p>A indicação específica depende do tipo de infecção, gravidade, sensibilidade do agente e contexto clínico do paciente.</p><p>Para confirmação da indicação em seu caso, consulte um profissional de saúde e, quando possível, resultados de cultura e antibiograma.</p>
<p>Esta bula refere-se à forma injetável: Ampicilina Sódica deve ser reconstituída e administrada por via intramuscular ou intravenosa conforme prescrição médica.</p><p>Dose e intervalo dependem da idade, peso, gravidade da infecção e função renal; regimes comuns incluem 1–2 g IV a cada 4–6 horas em adultos para infecções graves, mas ajustes são frequentemente necessários.</p><p>Para instruções detalhadas de preparo, diluentes, volumes e velocidade de infusão, consulte a bula do fabricante ou o serviço de farmácia responsável.</p>
<p>Os efeitos mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais como diarreia, náusea e dor abdominal, além de reações no local da injeção.</p><p>Reações alérgicas cutâneas são relativamente comuns; reações graves como anafilaxia, alterações hematológicas e síndromes cutâneas graves são raras, mas exigem atenção imediata.</p><p>Se ocorrerem sinais de reação alérgica, febre alta persistente, diarreia intensa ou outros sintomas preocupantes, procure atendimento médico e notifique o profissional prescritor.</p>
<p>Sim. Ampicilina Sódica é um medicamento de prescrição e deve ser administrado sob supervisão médica. O uso inadequado de antibióticos pode causar danos e promover resistência bacteriana.</p><p>Em ambiente hospitalar, a administração injetável é feita por profissionais de saúde qualificados e com prescrição válida.</p><p>Não utilize sob orientação informal; sempre consulte um profissional de saúde para diagnóstico e prescrição adequados.</p>
<p>Penicilinas, incluindo ampicilina, são geralmente consideradas seguras na gravidez quando usadas conforme indicação médica. No entanto, a prescrição deve ponderar riscos e benefícios para a mãe e o feto.</p><p>Use somente com orientação de um profissional de saúde que avalie a necessidade do tratamento e monitorize a gestação conforme necessário.</p><p>Para informações adicionais sobre segurança em trimestres específicos e instruções, consulte a bula do fabricante e orientação obstétrica.</p>
Especialistas que prescrevem Ampicilina Sódica
Profissionais habilitados a receitar este medicamento
Você toma Ampicilina Sódica?
Já esqueceu o horário?
Um simples esquecimento pode comprometer todo o tratamento. Sua saúde não pode depender da memória.
✨ Imagine nunca mais esquecer com alertas automáticos no WhatsApp
✓ Sem cartão de crédito ✓ Cancele quando quiser ✓ 100% grátis por 7 dias
Alertas no WhatsApp
Receba lembretes 30 min antes de cada medicação
Para Toda Família
Gerencie medicamentos de pais, filhos e até pets
Sistema Anti-Falhas
5 canais de notificação garantem que você nunca esqueça
Perguntas Frequentes
Dúvidas comuns sobre Ampicilina Sódica
Quanto custa Ampicilina Sódica?
O preço do Ampicilina Sódica varia conforme fabricante, dosagem e farmácia. Em média, você encontra entre R$ 10 e R$ 50 por caixa.
Dica: Compare preços em farmácias online como Drogasil, Pacheco, Panvel e Pague Menos. Farmácias populares do governo costumam ter preços menores.
Onde comprar Ampicilina Sódica mais barato?
Você pode comprar Ampicilina Sódica em farmácias físicas e online:
- Drogasil - Entrega rápida e programa de pontos
- Drogaria São Paulo - Preços competitivos
- Panvel - Sul do Brasil
- Pague Menos - Norte e Nordeste
- Farmácia Popular - Descontos do governo
⚠️ Importante: Sempre verifique a necessidade de receita médica antes de comprar.
Para que serve Ampicilina Sódica?
O Ampicilina Sódica é indicado para o tratamento conforme descrito na bula acima.
⚠️ NÃO SE AUTOMEDIQUE: Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer tratamento. O uso incorreto de medicamentos pode causar graves problemas de saúde.
Como tomar Ampicilina Sódica corretamente?
A posologia (dose e frequência) deve ser definida por um médico e está descrita na bula acima.
💡 Dica MediLife:
Configure lembretes automáticos no MediLife para nunca esquecer os horários de tomar Ampicilina Sódica.
Criar lembretes grátis