Alvofexir
⚠️ Aviso Importante
NÃO SE AUTOMEDIQUE. Este medicamento deve ser usado somente sob prescrição médica. Siga rigorosamente as orientações do seu médico e leia a bula completa antes de usar.
Alvofexir
Princípio Ativo: DIVALPROATO DE SÓDIO
Classe Terapêutica: ANTICONVULSIVANTES
Laboratório: DR. REDDYS FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA
1. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Nome Genérico
Alvofexir (princípio ativo: divalproato de sódio) é um medicamento anticonvulsivante de uso clínico sistêmico indicado para controle de crises epilépticas, tratamento de episódios de mania no transtorno bipolar e profilaxia de enxaqueca em situações selecionadas.
O divalproato de sódio é a forma farmacêutica apresentada neste produto similar fabricado no Brasil e comercializado pelo laboratório referido abaixo.
Este bulário descreve informações gerais e não substitui a orientação do médico ou a bula do fabricante; para detalhes específicos de apresentação comercial, posologia e excipientes consulte a bula do fabricante.
Nomes Comerciais
Nome do produto: Alvofexir.
Classe terapêutica: Anticonvulsivantes.
Categoria regulatória: Similar.
Apresentações
- Comprimidos revestidos com dosagens e concentrações variáveis conforme apresentação comercial — consulte a bula do fabricante para confirmação da(s) apresentação(ões) disponível(is).
- Soluções orais e formas de liberação modificada podem existir para a substância ativa (divalproato de sódio) em outros produtos; verifique o rótulo.
- As informações de acondicionamento, número de comprimidos por cartucho e códigos de lote estão descritos na embalagem comercial — consulte a bula do fabricante.
Via de Administração
Via de administração: oral. Alvofexir deve ser administrado por via oral conforme prescrição médica.
Existem formas farmacêuticas distintas de valproato/divalproato que podem permitir administração parenteral em ambiente hospitalar, porém a apresentação comercial Alvofexir aqui descrita refere-se à via oral — consulte a bula do fabricante para confirmar formas alternativas.
Nunca altere a via de administração sem orientação expressa de um profissional de saúde.
2. COMPOSIÇÃO
Princípio Ativo
Princípio ativo: divalproato de sódio (sal de valproato) — quantidade por comprimido conforme apresentação comercial. O divalproato é rapidamente convertido em ácido valpróico no organismo e exerce efeitos anticonvulsivantes e estabilizadores do humor.
O divalproato age sistemicamente após absorção gastrointestinal e é metabolizado principalmente no fígado; possui parâmetros farmacocinéticos dependentes da formulação (liberação imediata x liberação prolongada).
Para concentrações plasmáticas alvo, monitoração terapêutica de níveis séricos pode ser necessária em situações clínicas específicas — consulte a bula do fabricante e o médico responsável.
Excipientes
Os excipientes variam de acordo com a apresentação e o fabricante. Excipientes comuns em comprimidos revestidos podem incluir lactose, celulose microcristalina, povidona, estearato de magnésio, derivados de amido e agentes de revestimento.
Pacientes com alergia conhecida a excipientes (por exemplo, lactose) devem verificar a composição completa na bula do fabricante antes de usar o medicamento.
Para a lista completa de excipientes e possíveis alergênicos presentes na apresentação específica de Alvofexir, consulte a bula do fabricante.
3. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Alvofexir (divalproato de sódio) é indicado como terapia para epilepsia generalizada e focal, incluindo crises tônico-clônicas generalizadas, crises mio-clônicas e ausências, quando indicado pelo médico. É eficaz tanto em monoterapia quanto em terapia adjunta dependendo do tipo de crise e resposta clínica.
Além do uso antiepiléptico, é indicado para tratamento de episódios de mania no transtorno bipolar em adultos, especialmente quando são necessários estabilizadores do humor com comprovada eficácia. A utilização deve seguir avaliação psiquiátrica e monitorização adequada.
Outra indicação incluída em protocolos terapêuticos é a profilaxia da enxaqueca em pacientes selecionados que não respondem a outras medidas preventivas. A decisão de usar divalproato para enxaqueca deve ser individualizada, considerando riscos e benefícios, especialmente em mulheres em idade fértil.
4. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do divalproato de sódio envolve múltiplos efeitos no sistema nervoso central. Predominantemente, aumenta a disponibilidade do neurotransmissor inibitório GABA (ácido gama-aminobutírico) por ação sobre a enzima responsável pela sua degradação e por aumento da síntese, contribuindo para efeito anticonvulsivante e estabilizador do humor.
Além disso, o divalproato bloqueia canais de sódio dependentes de voltagem e modula canais de cálcio do tipo T, o que ajuda a reduzir a excitabilidade neuronal e a propensão à geração de descargas epileptiformes. Esses múltiplos alvos farmacológicos explicam sua eficácia em diferentes tipos de crises e em episódios de mania.
Início de Ação: o início do efeito anticonvulsivante depende da fórmula e da dose; concentrações terapêuticas plasmáticas costumam ser atingidas horas a dias após início da terapia oral, com respostas clínicas observadas conforme ajuste posológico e titulação. Em episódios de mania, a melhora pode ocorrer em dias a semanas.
Duração: a meia-vida plasmática do ácido valpróico em adultos varia tipicamente entre aproximadamente 9 e 16 horas, dependendo da idade, função hepática e formulação (liberação imediata versus prolongada). Formulações de liberação modificada podem permitir administração uma ou duas vezes ao dia; consulte a bula do fabricante para detalhes.
5. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Alvofexir é contraindicado em casos de hipersensibilidade conhecida ao divalproato de sódio, ácido valpróico, valproato ou a qualquer componente da formulação. Reações alérgicas graves requerem interrupção imediata do tratamento.
Contraindicações adicionais incluem doença hepática aguda ou disfunção hepática severa conhecida muito importante, histórico de doença hepática progressiva relacionada ao uso prévio de valproato, e rarefação por desordens do ciclo da ureia (deficiências de enzimas do ciclo da ureia), pois o uso pode precipitar hiperammonemia grave.
Alvofexir é contraindicado em mulheres grávidas para indicação de epilepsia ou transtorno bipolar, exceto em situações raras onde nenhum outro tratamento seja eficaz e os riscos teratogênicos tenham sido exaustivamente discutidos; em geral, não é recomendado em gravidez pela elevada evidência de risco fetal. Consulte a bula do fabricante e o médico antes de usar em mulheres em idade fértil ou grávidas.
6. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
Gestantes
O uso de divalproato durante a gravidez está associado a risco aumentado de malformações congênitas maiores, incluindo defeitos do tubo neural (por exemplo, espinha bífida), malformações cardíacas, craniofaciais, e risco de atraso no desenvolvimento cognitivo e autismo na criança exposta in utero.
Mulheres em idade fértil devem ser alertadas sobre os riscos teratogênicos e, quando possível, evitar o uso de divalproato. Se não houver alternativa terapêutica eficaz, o uso deve ocorrer somente com contracepção eficaz e orientação pré-concepcional, além de suplementação de ácido fólico em doses adicionais conforme orientação médica.
Para decisões específicas sobre gravidez, redução de dose, mudança de terapia ou monitorização fetal, consulte a bula do fabricante e equipe de saúde especializada.
Idosos
Em pacientes idosos, a função hepática e renal deve ser avaliada antes e durante o tratamento, pois alterações farmacocinéticas e maior sensibilidade a efeitos adversos (confusão, sedação, tremor) podem ocorrer. Ajustes de dose e monitorização clínica são recomendados.
Idosos também têm maior risco de eventos adversos relacionados à função hepática e hematológica; a interação com múltiplas medicações é frequente nessa faixa etária, exigindo revisão de terapia concomitante.
Consulte a bula do fabricante para recomendações de dose e monitorização específicas em idosos.
Crianças
Em crianças, divalproato é utilizado em vários tipos de epilepsia, incluindo epilepsias generalizadas e síndromes específicas, mas exige titulação cuidadosa, monitorização de níveis séricos quando indicado, e vigilância de efeitos adversos como perda de peso alterada, alterações da função hepática e plaquetária.
Crianças menores de 2 anos, especialmente com desordens metabólicas ou encefalopatias graves, apresentam maior risco de hepatotoxicidade; o uso deve ser reservado para casos onde benefícios superem riscos e com monitorização próxima.
Pais e cuidadores devem ser instruídos a observar sinais de hepatotoxicidade (icterícia, vômitos persistentes, letargia) e procurar atendimento médico imediatamente se ocorrerem.
Motoristas
Divalproato pode causar sonolência, tontura, diplopia, ataxia e alterações cognitivas que prejudicam a habilidade de conduzir veículos e operar máquinas. Pacientes devem ser advertidos a não dirigir ou operar máquinas até saberem como o medicamento os afeta.
Se a terapia causar sedação excessiva ou comprometimento psicomotor, ajuste de dose ou suspensão pode ser necessário; discuta com o médico responsável.
Consulte a bula do fabricante para orientações adicionais sobre atividades que exigem alerta.
7. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Interações com Medicamentos
O divalproato interage com diversos fármacos: inibe o metabolismo de compostos como lamotrigina, aumentando o risco de reações cutâneas graves; pode alterar níveis de fenitoína, carbamazepina e outros anticonvulsivantes por efeitos enzimáticos e deslocamento de proteína plasmática.
Antibióticos carbapenêmicos (ex.: meropenem, imipenem) podem reduzir rapidamente os níveis plasmáticos de valproato, levando a perda de controle convulsivo; evitar uso concomitante ou monitorizar estreitamente. Medicamentos anticoagulantes podem ter seu efeito potencializado ou alterado — monitorização de parâmetros hematológicos e de coagulação é recomendada.
Outras interações importantes incluem álcool, antidepressivos e psicotrópicos com ação sedativa; ver bula do fabricante para lista completa de interações e orientações de ajuste posológico.
Interações com Alimentos
A ingestão de alimentos pode retardar a absorção oral do divalproato e reduzir irritação gastrointestinal; muitos pacientes toleram melhor a medicação quando tomada com alimentos. Entretanto, alimentos gordurosos podem modificar ligeiramente a cinética da absorção dependendo da formulação.
Não há alimentos específicos que sejam estritamente proibidos com divalproato, porém recomenda-se manter rotina alimentar e informar o médico sobre suplementos e fitoterápicos, pois alguns podem interagir com o metabolismo hepático.
Consulte a bula do fabricante para orientações sobre administração com ou sem alimentos para a apresentação específica de Alvofexir.
Interação com Álcool
O consumo de álcool potencia os efeitos depressores centrais do divalproato, aumentando sonolência, sedação e comprometimento psicomotor. Além disso, álcool pode aumentar o risco de hepatotoxicidade quando associado a valproato.
Recomenda-se evitar ou limitar o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Alvofexir. Informe o médico sobre uso de álcool e busque orientação se houver consumo regular.
Para detalhes sobre riscos e recomendações em situações específicas, consulte a bula do fabricante.
8. ARMAZENAMENTO
Conservar em temperatura ambiente, protegido da luz e umidade, conforme instruções da embalagem. Evite temperaturas extremas; recomenda-se guardar entre 15°C e 30°C, salvo indicação diversa na embalagem do fabricante.
Manter fora do alcance de crianças e animais. Não utilizar o medicamento após a data de validade impressa na embalagem. Para formulações líquidas, observar prazo após abertura e condições de conservação específicas descritas pelo fabricante.
Descarte adequadamente embalagens e comprimidos vencidos ou não utilizados de acordo com normas locais de coleta de resíduos farmacêuticos; não descarte em lixo comum ou esgoto sem orientação. Consulte a bula do fabricante para instruções detalhadas de armazenamento e validade da apresentação adquirida.
9. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Adultos
A posologia de divalproato deve ser individualizada conforme indicação clínica (epilepsia, mania, profilaxia de enxaqueca), resposta terapêutica, peso corpóreo e tolerabilidade. Início habitual para adultos com epilepsia: dose inicial 10-15 mg/kg/dia, com titulação gradual até que se alcance controle das crises ou dose terapêutica efetiva (frequentemente 20-60 mg/kg/dia em esquemas divididos), conforme decisão médica.
Para episódios de mania em transtorno bipolar, doses iniciais e de manutenção variam; muitos protocolos utilizam doses semelhantes de estabilização citadas acima, com ajustes conforme resposta clínica e monitorização de níveis séricos quando necessário.
As doses máximas e esquema preciso dependem da formulação (liberação imediata vs prolongada) e devem seguir orientação do médico e da bula do fabricante. Consulte a bula do fabricante para posologia por apresentação.
Crianças
Em pediatria, a dosagem é geralmente calculada por peso corporal e iniciada em doses mais baixas com titulações cuidadosas. Esquemas comuns começam em 10-15 mg/kg/dia e podem ser aumentados até 20-60 mg/kg/dia conforme necessidade clínica e tolerabilidade.
Crianças menores de 2 anos requerem atenção especial devido ao maior risco de hepatotoxicidade; o uso só deve ocorrer quando os benefícios superarem os riscos, com monitorização frequente de função hepática e parâmetros laboratoriais.
Consulte a bula do fabricante para orientações específicas por faixa etária e apresentação pediátrica, incluindo formulações orais líquidas e doses por kg.
Idosos
Em pacientes idosos, iniciar com doses mais baixas e ajustar gradualmente conforme resposta e tolerabilidade, levando em conta função hepática e renal reduzidas, com monitorização clínica mais frequente. A necessidade de reduzir dose pode ser maior devido ao risco de sedação e efeitos adversos.
Monitore níveis séricos quando necessário e revise medicações concomitantes pela potencialidade de interações.
Para recomendações de redução de dose e intervalos de administração em idosos, consulte a bula do fabricante.
10. O QUE FAZER SE ESQUECER DE TOMAR?
Se uma dose for esquecida, tome-a assim que lembrar, a menos que esteja próximo do horário da próxima dose. Não dobre a dose para compensar a dose esquecida.
Se esquecer doses repetidamente, consulte o médico para reavaliar o esquema terapêutico ou considerar lembretes/rotina para melhorar adesão. A falha em manter doses regulares pode reduzir o controle das crises epilépticas e aumentar o risco de recidiva.
Em casos de dúvidas sobre manejo de doses esquecidas em situações clínicas específicas (por exemplo, doses altas ou administração intravenosa), consulte a bula do fabricante ou o profissional de saúde responsável.
11. EFEITOS ADVERSOS
Muito Comuns (>10%)
Os efeitos adversos classificados como muito comuns incluem ganho de peso e tremor; sonolência e fadiga também são relatados com frequência e podem ocorrer em uma população significativa de pacientes.
Alterações gastrointestinais leves, como náusea, podem ocorrer e em alguns estudos aparecem em frequências elevadas, especialmente no início do tratamento ou com aumento da dose.
Por haver variação entre estudos e formulações, para frequências precisas por apresentação consulte a bula do fabricante.
Comuns (1-10%)
Efeitos adversos comuns incluem perda ou aumento de apetite, tontura, ataxia, diplopia, alterações de comportamento e tremor de intensidade variável. Queda na coordenação motora e alterações cognitivas leves podem ocorrer.
Alterações laboratoriais como elevação de enzimas hepáticas e alterações na contagem plaquetária são relatadas com frequência variável; monitorização laboratorial é recomendada conforme avaliação clínica.
Para detalhes de incidência por faixa etária e dose, consulte a bula do fabricante.
Incomuns (0.1-1%)
Hepatotoxicidade grave (embora rara, é uma das reações adversas mais temidas), pancreatite, trombocitopenia significativa, alterações de coagulação e reações cutâneas sérias (incluindo síndrome de Stevens-Johnson) podem ocorrer em uma proporção menor de pacientes.
Hiperammonemia sem elevação significativa das enzimas hepáticas também pode ser observada, ocasionando encefalopatia; a apresentação clínica pode incluir letargia, vômitos e alterações do nível de consciência.
Se sinais ou sintomas sugestivos de reações graves ocorrerem, interrompa o medicamento e procure atendimento médico imediatamente. Consulte a bula do fabricante para recomendações de monitorização e manejo.
Raros (<0.1%)
Reações alérgicas graves, insuficiência hepática fulminante e morte associada a eventos hepáticos são raras mas graves; casos mortais foram relatados, principalmente em pacientes jovens e em circunstâncias de polifarmácia ou doenças metabólicas subjacentes.
Alterações hematológicas graves e pancreatite aguda podem também ser eventos raros mas potencialmente fatais. A ocorrência de sinais como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, icterícia, sangramento fácil ou alterações neurológicas exige avaliação urgente.
Para incidência detalhada e orientações específicas sobre manejo de efeitos adversos, consulte a bula do fabricante.
12. SUPERDOSAGEM
Os sinais de superdosagem por divalproato incluem náuseas, vômitos, sedação profunda, coma, depressão respiratória, hipotensão, arritmias e alterações metabólicas. Em crianças, a superdosagem pode rapidamente evoluir para sintomas neurológicos e hepáticos graves.
Tratamento da superdosagem é de suporte e sintomático: assegurar vias aéreas e ventilação, monitorizar sinais vitais, realizar descontaminação gastrointestinal se em tempo adequado (por exemplo, lavagem gástrica ou carvão ativado conforme avaliação), e terapia intensiva conforme necessidade. Monitorização de função hepática, eletrólitos, níveis séricos do fármaco e coagulação é essencial.
Em casos de intoxicação grave, buscar assistência em serviço de emergência e comunicar ao centro de intoxicações. Para orientações específicas de desintoxicação e uso de medidas extracorpóreas, consulte a bula do fabricante e protocolos de toxicologia locais.
13. INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Monitoração: durante a terapia com Alvofexir recomenda-se monitorização periódica de função hepática (enzimas hepáticas), hemograma completo (plaquetas) e, quando indicado, níveis séricos de valproato para otimização da dose. Avalie também função pancreática se houver dor abdominal persistente.
Considerar avaliar deficiência do ciclo da ureia em pacientes com sintomas compatíveis ou em casos de histórico familiar sugestivo, pois o uso pode precipitar hiperammonemia. Antes de iniciar o tratamento, considerar risco/benefício especialmente em populações vulneráveis.
Notifique efeitos adversos à Anvisa e informe o médico sobre qualquer reação inesperada. Para dados adicionais de farmacovigilância, orientações de posologia específicas e suportes laboratoriais, consulte a bula do fabricante e protocolos clínicos atualizados.
14. DADOS DO FABRICANTE
Laboratório fabricante: DR. REDDYS FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA.
Informações específicas sobre lote, prazo de validade, instruções de armazenamento e lista completa de excipientes constam na bula comercial fornecida com o medicamento; consulte esse material ou entre em contato com o fabricante para dados de farmacovigilância e assistência técnica.
Para dúvidas sobre disponibilidade, apresentações comerciais e contato direto com o fabricante, consulte a bula do fabricante ou o serviço de atendimento ao cliente do laboratório.
IMPORTANTE: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde. NÃO SE AUTOMEDIQUE.
Fonte: Informações baseadas em bulas aprovadas pela ANVISA.
Última atualização: 15/02/2026
Fonte Oficial
Esta bula foi obtida diretamente da base de dados da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Acessar site oficial da ANVISA
Perguntas Frequentes sobre Alvofexir
Alvofexir (divalproato de sódio) é utilizado para tratar diferentes tipos de epilepsia, para controlar episódios de mania no transtorno bipolar e, em alguns casos selecionados, para prevenção de enxaqueca. A indicação específica deve ser definida pelo médico.
Tomar conforme prescrição médica. A dose é individualizada por peso, idade, indicação e resposta clínica. Normalmente inicia-se com doses baixas e faz-se titulação gradual. Não interromper abruptamente sem orientação médica.
Efeitos comuns incluem ganho de peso, tremor, sonolência, náusea e tontura. Reações raras e graves incluem hepatotoxicidade, pancreatite, alterações hematológicas e reações cutâneas graves. Consulte a bula do fabricante para lista completa.
Sim. Divalproato é medicamento sujeito a prescrição e deve ser usado sob supervisão médica, com monitorização adequada.
O uso de divalproato na gravidez está associado a risco elevado de malformações congênitas e problemas neurodesenvolvimentais. Deve ser evitado em mulheres grávidas ou que planejam gravidez, salvo decisões médicas onde não exista alternativa eficaz. Consulte a bula do fabricante e seu médico.
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Perguntas Frequentes
Dúvidas comuns sobre Alvofexir
Quanto custa Alvofexir?
O preço do Alvofexir varia conforme fabricante, dosagem e farmácia. Em média, você encontra entre R$ 10 e R$ 50 por caixa.
Dica: Compare preços em farmácias online como Drogasil, Pacheco, Panvel e Pague Menos. Farmácias populares do governo costumam ter preços menores.
Onde comprar Alvofexir mais barato?
Você pode comprar Alvofexir em farmácias físicas e online:
- Drogasil - Entrega rápida e programa de pontos
- Drogaria São Paulo - Preços competitivos
- Panvel - Sul do Brasil
- Pague Menos - Norte e Nordeste
- Farmácia Popular - Descontos do governo
⚠️ Importante: Sempre verifique a necessidade de receita médica antes de comprar.
Para que serve Alvofexir?
O Alvofexir é indicado para o tratamento conforme descrito na bula acima.
⚠️ NÃO SE AUTOMEDIQUE: Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer tratamento. O uso incorreto de medicamentos pode causar graves problemas de saúde.
Como tomar Alvofexir corretamente?
A posologia (dose e frequência) deve ser definida por um médico e está descrita na bula acima.
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